Editorial da Edição N.º 81

«E é tão fácil ceder e deixarmo-nos cair… para o lado da perspectiva unilateral que já vem pré-equipada, para nossa comodidade, com os argumentos a seu favor e com as respostas aos opositores, ou para o outro, para a doce abnegação do cinismo que varre todos os juízos e decreta que tudo vale o mesmo, isto é, nada.»

As presenças de José Régio

«”Falar de José Régio é falar de Presença”: eis um dos muitos lugares-comuns aplicados à literatura portuguesa, criticados justamente por generalizarem e simplificarem demasiado a obra dos autores em questão. Contudo, neste caso específico o truísmo pode tornar-se interessante, se considerarmos as várias dimensões que o conceito de presença abrange na literatura regiana.»
Texto de António M. Pereira.

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